Certa vez, condidado a ministrar um curso de Botânica em uma faculdade de Agronomia, no Paraná, pedi a um aluno que me trouxesse um pé de milho. O rapaz, novo ainda, talves em seus vinte e poucos anos, saiu ao campo, meio correndo, pois, segundo ele, havia uma área próxima com essa cultura. Ao chegar, ofegando, entregou-me, feliz, certo do dever cumprido, a solicitada gramínea. Tal minha surpresa, o vegetal não era milho e sim, milheto, parente (meio) próximo de Zea Mays L.
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